terça-feira, 20 de dezembro de 2011

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

domingo, 11 de dezembro de 2011

Vídeo-Batizado de capoeira, Mestre Café


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Roberto C. G. Nascimento (Betão).
Jornalista Reg. Profissional
MTB 013756/MG
(031) 86090549
robnasjornalista@yahoo.com.br
redepaginas@gmail.com

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Vídeo, humor-A história do Mamute


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Roberto C. G. Nascimento (Betão).
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Ensaio-O caso do Fiscal Federal

O caso do Fiscal Federal
Esse caso quem me contou foi um amigo meu, que é fazendeiro aqui em Rio Piracicaba. Uma tarde ele estava trabalhando em seu curral, humilde, de roupa rasgada, sujo de bosta de vaca, quando um Fiscal Federal chegou, parou o carro federal e desceu. Bem vestido, óculos escuros, cara fechada de Fiscal Federal, disse assim para meu amigo, sem nem ao menos falar um boa tarde:



- Preciso inspecionar sua fazenda para verificar se não tem nenhuma irregularidade ambiental ou sanitária na sua plantação e nos seus animais!



O meu amigo fazendeiro então respondeu:



-Irregularidade seu moço? Que absurdo seu moço! Somos todos gente honesta e trabalhadeira, e só andamos dentro da lei!


E o fiscal, com uma arrogância federal, falou:


-Mesmo assim vou averiguar, é minha obrigação e o senhor está sujeito às penas da lei se dificultar o meu trabalho!



O meu amigo fazendeiro fez uma cara preocupada e disse:


-Sim senhor, mas o senhor espera um pouquinho que eu vou acabar aqui e levo o senhor, só para eu não ter que parar a tirada do leite pela metade.



O fiscal, se sentindo ofendido em sua autoridade federal, e cheio de arrogância e indignação, disse:



-O senhor ainda não sabe com quem está falando? Não sabe que tenho o poder do governo federal comigo?



E, tirando do bolso uma carteira federal mostrou ao meu amigo fazendeiro dizendo:


-Esta carteira me dá autoridade de parar qualquer um, de carro na estrada a qualquer cidadão que eu considerar suspeito, o senhor me respeita ou pode ir até preso.



Meu amigo então humildemente achou prudente não argumentar mais nada e deixar o fiscal fiscalizar sozinho, mas antes fez uma recomendação, quase em tom de aconselhamento:



- Não vai naquele pasto cercado ali não, lá o senhor me chama que eu levo o senhor. E apontou para certa área.



O homem então com um tom ainda mais indignado e ameaçador respondeu assim ao conselho de meu amigo:



- Posso ir onde quero e entrar em qualquer propriedade... Não preciso responder a nenhuma pergunta nem pedir autorização. O senhor não reparou direito na minha carteira com o símbolo federal? Está claro? Fiz-me entender agora?



O meu amigo fazendeiro todo educado pediu desculpas e voltou para o que estava fazendo. Poucos minutos depois ele ouviu uma gritaria e viu o fiscal do governo federal correndo feito um doido para salvar sua própria vida, perseguido pelo boi “Preto Serapião”, o touro reprodutor da fazenda. A cada passo o touro ia chegando mais perto do fiscal, que parecia que seria chifrado antes de conseguir alcançar um lugar seguro. O fiscal corria apavorado, tropeçando todo desengonçado e gritando socorro. O meu amigo fazendeiro, muito mineiramente e muito educado e prestativo, largou suas ferramentas, correu para a cerca e então gritou com todas as forças de seus pulmões:



- A carteira... Mostra a carteira pra ele que ele para!






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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Vídeo- turma 300


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Roberto C. G. Nascimento (Betão).
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Ensaio- Fazer com fé

FAZER COM FÉ

A vida é um constante fazer algo, o ser humano tem a necessidade de estar sempre agindo, criando o novo ou modificando o que já está feito. Isso na busca de realização pessoal, de estar de bem consigo mesmo e com Deus, ou por motivações mesquinhas e egoístas, mas o fato é que a vida é um constante fazer algo.
Quando o individuo estagna, perde a vontade de agir e fazer, há aí um desvio de conduta, em geral causado por algum distúrbio que pode ter origem no próprio individuo, influencia de terceiros, do meio em que se vive ou outros fatores. Mas a baixa auto-estima certamente estará presente neste contexto.
Mas o que fazer para atender a esse apelo da alma por realizações? E a que apelos atender? Como diferenciar o que, do ponto de vista religioso, seria um chamado de “Deus” na vida das pessoas ou a própria voz interior gritando na mente, porque a vontade de ouvir a voz de Deus pode levar as pessoas a se enganarem ou serem enganadas, às vezes até por bondade do coração, por influencia do meio ou de outras pessoas.
E o que de fato dará a plena satisfação interior? Quando as pessoas estão plenamente satisfeitas e quando apenas não estão enxergando a situação como um todo?
Vivemos em um mundo perigoso, armadilhas, caminhos que parecem serem os mais corretos às vezes levam a decepções. Por nossa fraqueza humana cegamos nossos próprios olhos, fechamos nossos ouvidos, acreditamos no que queremos, fazemos escolhas, nem sempre corretas. Isso é parte do risco que corre todo ser racional que vive e respira sobre a terra e debaixo do sol.
Mas, e quando todos apontam um caminho e temos a certeza que a direção correta é outra? Quando nossa voz interior nos diz que estamos corretos mesmo que os outros nos chamem de loucos, sonhadores?
Como identificar em que condição estamos, cegos e surdos por nossas próprias deficiências ou corajosamente lutando o bom combate e fazendo o que é certo aos olhos de “Deus” mesmo que nos digam o contrario?
É próprio da natureza humana ter uma tendência maior a acreditar que quando os outros nos apontam um caminho devamos seguir por outro. Agir como adolescentes em muitas fases e etapas da vida é uma coisa muito comum e pouco perceptível na conduta das pessoas adultas. A quem perguntar então como agir para errarmos menos? Porque nossos erros podem trazer conseqüências terríveis tanto para nós quanto para quem amamos e para quem nos ama. Perguntaremos a Deus, e Ele nos responderá, mas o problema é que talvez escolhamos nossa própria resposta e acreditaremos que foi a Dele.
Quem sabe devêssemos então deixar de fazer perguntas e passar a pedir a Deus o dom da humildade, mas humildade verdadeira, aquela que nos faz vencer o combate mais difícil, que é a luta contra nós mesmos, e então não teríamos nenhum problema em reconhecer nossos erros e recomeçar, voltar atrás, ou continuar sem venda nos olhos, sem tapar os ouvidos.
Lutar o bom combate sem importar com a maledicência do mundo, esse é o grande desafio do ser humano em busca de DEUS, e fazer com muita fé todas as coisas, as grandes e principalmente as pequenas, porque onde há boa obra e não há o reconhecimento do homem Deus está totalmente presente.

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Humor- Vídeo: A morte

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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Vídeo-Capoeira, Mestre Café


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sábado, 3 de dezembro de 2011

Charge de natal

Dezembro chegou, lembre-se de que a cada pedido seu voçê pode acrescentar uma ação ou atitude em favor de um irmão menos favorecido. Suas ações e atitudes serão levadas em consideração por "Papai Noel" quando "Ele" ler suas cartinhas...

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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Ensaio-Dedicar a vida a servir a Deus,a resposta para como ser feliz.

Dedicar a vida a servir a Deus
A resposta para como ser feliz.

Uma vida inteiramente dedicada a Deus, este é o único caminho para a verdadeira felicidade neste mundo onde sabemos estarmos todos por uma passagem tão curta. E dedicar a vida a Deus não é tão difícil quanto se possa pensar. Podemos viver Deus em nosso dia a dia, nas relações com as pessoas no nosso trabalho, na rua, em casa, no encontro casual com estranhos, enfim, levando uma vida inteiramente comum. Servimos inteiramente a Deus suportando nossas adversidades com fé e resignação, sendo humanos e sensíveis à dor e ao sofrimento dos outros, cuidando dos que são colocados em nosso caminho, sendo verdadeiramente sinceros, bons e honestos, enfim, podemos dedicar inteiramente a vida a Deus sendo nós ricos ou pobres, cultos e letrados ou analfabetos, trabalhadores de calos nas mãos ou doutores, balconistas de lojas ou empresários, pais ou filhos. Podemos dedicar nossa vida a Deus e sermos verdadeiramente felizes e para isso só precisamos compreender a vontade divina e buscarmos a sabedoria de Deus, e ambas estão no coração de quem realmente se entrega a Deus.
Disse Santo Agostinho, filosofo do séc. 03: “A compreensão é a recompensa da fé” e “Não há lugar para a sabedoria onde não há paciência”. E lembremos ou procuremos conhecer a parábola do bom Samaritano e o Evangelho Mt 25,31-46 quando Cristo nos ensina a reparar à nossa volta as obras de nosso caminho. Muitas vezes saímos em busca de fazer “a vontade de Deus” e não reparamos que estamos deixando de lado as obras que “Ele” coloca em nosso caminho no dia a dia. È importante saber que, às vezes, precisamos reconhecer nossos desacertos e recomeçar, mudar de caminhos, de condutas, e só os verdadeiramente humildes conseguem ver os próprios erros e serem fortes mudando a si mesmos quantas vezes forem precisas.
Então, unindo fé, paciência, humildade verdadeira, oração e obras pequenas ou grandes podemos de fato encontrar o caminho para sermos verdadeiramente felizes.

Roberto C. G. Nascimento (Betão).
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